Random Picking: a carteira aleatória do Diário de Investimentos

Comprar no fundo e vender no topo, Buy&Hold, Stock Picking, Buy the Dip vs Dollar Cost Average, análise técnica x fundamentalista. São muitas as modalidades e formas de escolher ações para compor um portfólio ou realizar operações de swing trade.

Além disso, você deve receber frequentemente comunicados da sua corretora ou ler artigos na internet sobre carteiras recomendadas, sejam semanais, mensais, anuais ou outros intervalos de tempo.

Ninguém realmente sabe quais ações vão subir, quais vão cair e quais vão ficar de lado, seja lá qual metodologia está aplicando à análise. Dentro dessa ideia, você já se perguntou se escolher ações de maneira aleatória traria resultados semelhantes ao benchmarking (como o Ibovespa)?

O que é uma carteira aleatória?

Inspirado no perfil Monkey Stocks, iniciamos, no mês de maio, a composição de uma carteira de ativos para swing trade com escolha aleatória. A ideia é sortear ativos de um benchmarking, montar uma carteira com esses ativos e fechá-la após um período de tempo.

A proposta é observar como as escolhas aleatórias se comportam perante ao benchmarking escolhido. Será que a aleatoriedade consegue vencer na bolsa ou, no mínimo, acompanhar o rendimento da bolsa como um todo?

Random picking: a nossa carteira aleatória

Assim como o mestre da anti análise, como o perfil do Monkey Stocks se caracteriza, o Diário de Investimentos monta uma carteira semanal escolhendo ativos do Ibovespa.

Na abertura do pregão na segunda-feira, escolheremos por sorteio 5 ativos do Ibovespa, com proporção de 20% cada dentro da carteira. No fechamento do pregão, na sexta-feira essa carteira será encerrada, reiniciando o mesmo processo na semana seguinte. Chamaremos essa carteira de Random Picking.

Nas primeiras 10 semanas, tomamos a decisão de não repetir ativos. Logo, se algum ativo sorteado já tiver sido usado em semanas anteriores, passamos para o próximo na lista. A partir da 11ª semana, poderá haver repetições.

Primeiros resultados

No primeiro mês de aplicação dessa metodologia, a nossa carteira aleatória, acompanhando uma sequência de altas da bolsa, registrou um resultado positivo de 12,28%, contra uma subida de 8,57% do Ibovespa. No segundo mês, o Ibovespa levou a melhor: 8,76% contra 5,81%. Semana a semana, o resultado foi o seguinte:

Os ativos escolhidos nessas semanas foram:

Semana 1:

BTOW3 (B2W Digital), EMBR3 (Embraer), ITSA4 (Itaú SA), SULA11 (SulAmérica), TAEE11 (Taesa).

Semana 2:

BBDC4 (Bradesco), CSNA3 (CSN), LREN3 (Lojas Renner), MRFG3 (Marfrig), USIM5 (Usiminas).

Semana 3:

CCRO3 (CCR Rodovias), IGTA3 (Iguatemi), SANB11 (Santander), TIMP3 (Tim), YDUQ3 (Yduqs).

Semana 4:

BRML3 (BR Malls), CMIG4 (Cemig), KLBN11 (Klabin), MGLU3 (Magazine Luiza), VIVT4 (Vivo).

Semana 5:

BBSE3 (BB Seguridade), CPFE3 (CPFL Energia), ECOR3 (Ecorodovias), RENT3 (Localiza), VALE3 (Vale).

Semana 6:

CRFB3 (Carrefour), JBSS3 (JBS), LAME4 (Lojas Americanas), QUAL3 (Qualicorp), VVAR3 (Via Varejo).

Semana 7:

CSAN3 (Cosan), EQTL3 (Equatorial), FLRY3 (Fleury), GGBR4 (Gerdau), NTCO3 (Natura Co.).

Semana 8:

CIEL3 (Cielo), CYRE3 (Cyrela), PETR4 (Petrobras), SUZB3 (Suzano), UGPA3 (Ultrapar).

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