erros comuns na bolsa de investimentos - b3

3 erros comuns na hora de começar a investir que precisam ser evitados

Recentemente o número de investidores na bolsa tem subido bastante. Não é só jeito de falar. A B3, Bolsa de Valores brasileira, bateu seu primeiro milhão de investidores em 2019. Em setembro de 2020, já eram 3 milhões. Isso significa todo um universo de novos investidores no mercado.

Existem algumas hipóteses para esse movimento. A principal delas é a diminuição das taxas de juros no Brasil que vem acontecendo nos últimos anos. Pessoas que costumavam deixar seu dinheiro em aplicações de baixo risco foram vendo sua rentabilidade cair progressivamente e se voltaram à Bolsa para tentar retornos melhores.

Número de investidores crescente – B3

Cerca de 40% dos investidores brasileiros entraram no mercado de capitais nos últimos cinco anos – 25% nos últimos dois anos, segundo um estudo de outubro da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os pequenos investidores viraram maioria neste quesito, e logo podem surgir vários erros, que é comum, porém não deveria.

Três erros clássicos

Comprar ações de uma empresa antes de pesquisar sobre ela

Acontece o tempo inteiro o que chamamos de “achismo”. Este método de falar que uma empresa é boa, só por que você gosta do serviço dela não quer dizer que realmente seja. Um erro acontece, pois é analisado variáveis de forma individual e assim causando problemas a curto e médio prazo.

Sempre tente pesquisar números da empresa, histórico de rentabilidade, fluxo de caixa, dívidas entre outro fatores que você poderá analisar.

Avaliar uma ação considerando apenas seu preço inicial

Este erro é muito visto em investidores de primeira viagem, onde é olhado apenas o “quanto custa” para entrar na ação. Já tive amigos e conhecidos dizendo que compraria X ação, pois, ela custava menos de R$ 10,00. Este tipo de cenário, traz uma ideia erronea de analise. Pois o valor de entrada, não quer dizer exatamente quando uma empresa vale. Inclusive, é assim que nascem os Splits e Inplits de ações – conhecidos também como desdobramento.

Deixar-se levar pela opinião alheia

Quem nunca pediu uma opiniãozinha ou uma sugestão de ação que jogue a primeira pedra. Mas isso é bem errado. Lembre-se que cada um possui objetivos e necessidades diferentes. E cada um tem uma visão com sua estratégia de investimento e prazo. Portanto, evite e não dê sugestões de compras. Inclusive, somente analistas podem fazer este tipo de indicação e devem ser aprovados pela CVM.

O mercado é incerto. As circunstâncias podem mudar da noite para o dia e quem não tem experiência como investidor não deve nunca cair em dicas que prometem soluções fáceis – se fosse fácil de verdade, todo mundo estava rico.

Lembre-se de sempre analisar a fonte de informações que consome e adotar boas práticas e não fórmulas milagrosas. Se isso for feito com responsabilidade e de forma gradual, aprendendo aos poucos, você só tem a ganhar. Lembre-se, investimento é para longo prazo.

Brasileiro, investidor curioso de renda variável, professor de pós-graduação na PUC Minas e UNIPAC na área de Marketing Digital, atua como Consultor de Marketing Digital atendendo empresas de diversos portes e também trabalha com gestão de CRM e funil de marketing e vendas. Tem formação em Business Marketing pela Ohio University, Gestor de Pessoas e Especialista em Desenvolvimento Web pela PUC Minas e Produtor Multimídia pela UniBH. No tempo livre é fotógrafo, viajante no mundo e praticante de esportes radicais. Também é criador do Aplicativo Tricks (Guia Radical), blogueiro no CV do Fábio, Diário de Investimentos e fundador do Curso de Digitação Online e da Digitow. Site do Fábio G. Silva
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