Siglas de Fundos de Investimentos

É normal ter dúvidas na hora de escolher um fundo de investimento quando se depara com várias siglas dentro dos nomes.

Eles descrevem exatamente o tipo de fundo em que ele se encontra, facilitando assim seu filtro na hora de escolher. Lembrando que escolher o fundo não pode basear apenas no nome ou na categoria.

Uma boa forma de começar é entendendo sua gestão e (histórico). Mesmo que histórico passado não signifique futuro, saber como eles lidam com altas e baixas é um bom começo.

Veja algumas siglas de fundos de investimentos abaixo

FI – Esta sigla quer dizer, simplesmente, fundo de investimento. “Pode ser muita coisa, desde um fundo atrelado ao DI (Depósito Interbancário) ou mesmo um fundo FGTS Petro”, explica o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil.

FIA – Esta é a sigla para fundo de investimentos em ações. “Neste caso, ao menos 67% da carteira deve estar em ações seguindo a política de investimento prevista em estatuto”, afirma Calil.

FII – Fundo de Investimento Imobiliário é uma alternativa simples e rentável para ingressar no mercado financeiro com o pé direito. Nesta modalidade, mesmo com pouco capital, o investidor adquire cotas de imóveis e torna-se co-proprietário deles.

FIC – Sigla para fundos de investimentos em cotas – também conhecidos como fundos de fundos. “Você compra a cota deste fundo e o gestor compra de outros”, diz o educador financeiro.

Segundo ele, a principal vantagem para o investidor é poder diversificar o risco de gestão. “O lado ruim é que você pode estar pagando taxas de administração cá e lá”,afirma.

FIM – Esta é a sigla para fundo de investimento multimercado. “A classificação dos Fundos Multimercados se baseia nas estratégias adotadas pelos gestores para atingir os objetivos dos fundos, que devem prevalecer sobre os instrumentos utilizados”, define a Anbima.

Resumindo, os multimercados podem investir em diversas classes de ativos (renda fixa, renda variável, câmbio) e usar diversas estratégias para atingir a rentabilidade esperada, dependendo do multimercado escolhido.

CP – Sigla para fundos de curto prazo. De acordo com a Anbima, estes fundos buscam retorno através de investimentos em títulos indexados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) /Selic (taxa básica de juros) ou em papéis prefixados. A entidade explica que os ativos investidos por estes fundos possuem prazo máximo de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máximo, 60 dias.

REF – É a sigla para referenciado. “São fundos que seguem um índice de referência (Como o DI, por exemplo). Deve identificar qual o indicador de desempenho de referência”, afirma Calil. Um caso comum é a sigla REF DI, que indica que aquele fundo é referenciado ao DI.

RF – Esta é a sigla para fundos de Renda Fixa. Estes fundos devem manter, no mínimo, 80% de sua carteira em títulos de renda fixa – públicos ou privados, pré ou pós-fixados – e ter como principal fator de risco a variação da taxa de juros e/ou de índice de preços.

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Brasileiro, investidor curioso de renda variável, professor de pós-graduação na PUC Minas e UNIPAC na área de Marketing Digital, atua como Consultor de Inbound Marketing na Rock Content atendendo empresas de diversos portes. Tem formação em Business Marketing pela Ohio University, Gestor de Pessoas e Especialista em Desenvolvimento Web pela PUC Minas e Produtor Multimídia pela UniBH. No tempo livre é fotógrafo, viajante no mundo e praticante de esportes radicais. Também é criador do Aplicativo Tricks (Guia Radical), blogueiro no CV do Fábio, Diário de Investimentos e fundador do Curso de Digitação Online. Site do Fábio G. Silva
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